
Tanto faz aonde se vá,
todos os portos que existem,
portais, pórticos.
Servem solenes _ aos espaços,
que de nada são feitos,
inutilidade perfeita:
abertos aos sonhos,
que sem cerimônia vão e vem...

Onde o mundo?
À espera
Cheiram o vento...
O Barqueiro prevenido, olha céu e pergaminhos
À espera
Cheiram o vento...
O Barqueiro prevenido, olha céu e pergaminhos
Não se sabe, o que se esconde _ por trás
da duna, da nuvem...
Se o futuro ou o passado ,
vem ao nosso encontro.
Resmunga o Gato.
Mas se o presente é como o rio:
uma casa que flutua _ só do horizonte precisa
Pensa a Bailarina.
Nenhum comentário:
Postar um comentário