
Na ilha Desabitada onde o silêncio morava
Pareceu-lhes um bom destino
e por dias e dias dormiram
e por dias e dias dormiram
Na ilha da Solidão pousaram
as Sozinhas palavras
as Sozinhas palavras
A lua o mar orvalhava...
Mas, eis que um lindo barco atraca na ilha Triste, sombria.
O mar bravo para trás havia ficado, a noite o engoliu...
Como se chamará este lugar, oh Barqueiro-capitão?
Tu que tens tantos mapas, quem sabe conheces
a palavra que um nome dá a estas plagas.
a palavra que um nome dá a estas plagas.
Se no mapa o registro vai, com certeza saberei.
Porém, é tão ínfima a ilha: Sem nome deveras ser.
Se se esconde no silêncio
"Ninguém" talvez se chame... Para enganar piratas
"Ninguém" talvez se chame... Para enganar piratas
Ilha da Morte sendo, aplacará de tudo um pouco...
Vamos lhe perguntar, propõe a Bailarina:
Ilha te chamas Vida? Ilha te chamas Desconhecida?
Ilha Clara... Sonhadora?
Com aquele jogo infantil, dançavam na areia branca, e riam e se animavam
Doce Ilha... Sozinha? Ilha dos Peregrinos?
Assim despertaram os pássaros quando "Peregrinos" ouviram
E as palavras em revoada já não se sentiam Sozinhas.
Chamaram-na Ilha Bom dia.
Chamaram-na Ilha Bom dia.
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