Continuamente navegamos na companhia das estrelas,
sem ser livres, mas com enormes espaços para mudanças de rumo.
Assim equacionando o Pensador Barqueiro assevera:
As estórias que construímos com as nossas decisões
nem sempre resultam naquilo que prevíamos.
Mais tarde compreendemos que seguiram a um fluxo
maior do destino que engendramos muito antes,
e depois nos esquecemos.

A rota de nosso destino,
eternamente renasce...
Observamos a natureza, e ela nos observa.
Em qualquer ponto que o olhar avance,
no círculo de nossas andanças
nunca esqueceremos nossas estórias de verdade:
Se elas existiram foi para serem cantadas... Capitão amigo.
Em todos os lugares que visitamos,
a lua cheia nasce... Bailarina sensível.
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