
Um braço de rio sereno reproduz
a aridez das fachadas guardiãs do tempo
As longas distâncias bifurcam-se
parecendo estacionadas

No morno vento da tarde
ao Quando Porto o barco atraca
Com seus guardas alfandegarios
Com seus pescadores carregados de cestos
Presos às utilidades dos dias
Ao odor de peixe e alga
a falsa ilusão se desfaz
Meninos saltam do píer...
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