
Toda manhã dizem adeus, toda noite dizem olá.
Serão livres e invioláveis,
pois não há como alcançá-las
E o desafio de buscá-las...
Leva a uma viagem contínua no espaço e no tempo...
Onde um mar ulterior conduz à uma cidade primeva
Nela há um céu negro, e um sol sempre aceso
De sementes todo seu chão é feito...

Os sinais enviados... não se sabe quem os capta.
Podem se fixar em alguma tela a imagem de uma poesia aguada
Pode-se ver entre as formas a cor de um riso, uma luz de lágrima.
As estórias orbitarão ao seu redorComo estrelas que acordam
Nenhum comentário:
Postar um comentário